Chapo diz que, a cada cinco anos, há quem tente “destruir” Moçambique depois das eleições

Chapo diz que, a cada cinco anos, há quem tente “destruir” moçambique depois das eleições

presidente defende diálogo e rejeita conflitos políticos que possam voltar a afectar estabilidade nacional

Durante as celebrações do 7 de Setembro, Dia da Vitória, o Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, voltou a abordar a questão da contestação pós-eleitoral em Moçambique.

Chapo afirmou que, ao longo dos 30 anos de democracia multipartidária, o país tem enfrentado episódios de tensão depois das eleições, com manifestações, bloqueios de estradas, paralisação de actividades económicas e confrontos.

“Nos 30 anos de democracia, de cinco em cinco anos, há sempre quem tente destruir a nossa Pátria depois das eleições e não devemos aceitar”, declarou o Chefe do Estado.

A intervenção acontece depois das manifestações pós-eleitorais que provocaram tensão política e social em diferentes pontos do país.
Para Chapo, as divergências políticas devem ser resolvidas através dos mecanismos democráticos e do diálogo, sem colocar em causa a estabilidade e o funcionamento do país.

O Presidente defendeu ainda a necessidade de os moçambicanos aprenderem a aceitar os resultados eleitorais, contestar dentro dos mecanismos legais e resolver disputas políticas sem transformar o país num cenário de conflito.

A declaração reacende o debate sobre os desafios da democracia moçambicana e sobre a necessidade de garantir que os processos eleitorais não sejam seguidos por ciclos de violência e instabilidade.

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